sábado, 31 de julho de 2010

"Fotos - família Botelho"

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Pessoas que assinam Campos

Pra que não fique dúvidas, postei este link com a finalidade de apresentar muitos rostos de pessoas com sobrenome Campos. Veja se conhece alguém.

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Fotos de pessoas que assinam Botelho

Veja se você conhece alguma dessas pessoas que aparecem nas fotos, saiba que todas elas tem um parentesco... isso se você assina Botelho, é claro!

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"Fotos - familia Campos"

Veja fotos das diversas famílias de sobrenome CAMPOS


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Cultura apóia exposição de pintura Artistas em Cena

Já as telas de Heleninha Botelho, vinculadas ao impressionismo, dão vida aos seres de pedra. Mais do que uma técnica apurada, os trabalhos desta artista retratam uma intensa sensibilidade, além de conterem elementos românticos e expressionistas que mesclam num resultado que não perde referenciais concretos de paisagem, mas que de forma alguma se limitam a copiar a realidade.

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O Documento - Uma Impressao Digital

sábado, 23 de janeiro de 2010

Herdeiros dos morgados de Mateus

Herdeiros de toda Honra e Glória dos Botelhos.

1° Conde de Vila Real - D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, Nascido em Lisboa a 9 de Fevereiro de 1785, falecido em S. Petersburgo a 26 de Setembro de 1855. Filho de D. José Maria de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos o célebre Morgado Mateus, e de sua primeira mulher, D. Maria Teresa de Noronha.
Senhor dos Morgados de Mateus, Cumeeira, Sabrosa, Arroios, Moraleiros e Fontelas, tenente-general, par do reino, conselheiro de Estado, diplomata, grã-cruz da ordem de Avis e comendador da Torre e Espada; grã-cruz. de Carlos III de Espanha, de Leopoldo da Áustria, de Sant’Ana da Rússia, comendador de S. Luís, em França; condecorado com a cruz de ouro das campanhas da Guerra Peninsular, etc.

2° Conde de Vila Real - D. Fernando de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, Nascido em Madrid a 8 de Outubro de 1815, falecido a 4 de Fevereiro de 1858. Era filho do 1.º conde do mesmo titulo D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, e de sua mulher D. Teresa Frederica Cristina de Sousa Holstein.
Senhor dos Morgados de Mateus, Cumieira, e de toda a mais casa de seu pai.

3° Conde de Vila Real - D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, Nascido a 23 de Setembro de 1813, falecido a 09 de dezembro 1923, filho de D. Fernando de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, 2º conde de Vila Real.
Oficial-mor honorário da Casa Real, senhor do Morgado de Mateus, e mais da toda a casa de seu pai, a que sucedeu a 4 de Fevereiro de 1858.

4ª Condessa de Vila Real - D. Maria Teresa de Sousa Botelho e Melo, Nascida em Lisboa em 03 de agosto de 1871, filha de D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, 3º conde de Vila Real, casou-se com o 2º conde de Mangualde - Fernando de Almeida Cardoso de Albuquerque.

5º Conde de Vila Real, 3º conde de Mangualde, 4º conde de Melo - Francisco de Sousa Botelho e Albuquerque, Nascido em Cascais, Estoril 16 de setembro de 1909, falecido em Lisboa 08 de janeiro de 1966. Filho de Fernando de Almeida Cardoso de Albuquerque, 2º conde de Mangualde e D. Maria Teresa de Sousa Botelho e Melo, 4ª Condessa de Vila Real.

6º Conde de Vila Real, 4º Conde de Mangualde, 5º Conde de Melo - Fernando de Sousa Botelho de Albuquerque, Nascido em Lisboa a 04 de dezembro de 1941, Filho de Francisco de Sousa Botelho e Albuquerque, 3º conde de Mangualde, 5º conde de Vila Real, 4º conde de Melo e Maria Adelaide de Sousa Canavarro de Menezes Fernandes Costa.

Fonte: http://www.geneall.net

O mais Célebre dos Morgados de Mateus

D. José Maria de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos Mais conhecido pelo Morgado Mateus. Nascido no Porto a 9 de Março de 1758, falecido em Paris em 1 de Junho de 1825, filho de D. Luis António de Sousa Botelho Mourão e D. Leonor Josefa de Portugal, casou-se D. Maria Teresa de Noronha em Lisboa 23/11/1783 e casou-se novamente em Paris 1802 com Emilie Adélaide Filleul.
Fidalgo da Casa Real, Senhor e Administrador dos Morgados de Mateus, Cumereira e Sabrosa, Comendador da Ordem de Cristo, Conselheiro de Fazenda, Diplomata, etc.
O Morgado Mateus foi o negociador da Paz entre Portugal e a França em 1801, em seguida nomeado ministro de Portugal junto do primeiro cônsul Bonaparte.

...Enquanto sua mulher escrevia seus romances, o morgado Mateus preparava a sua edição monumental dos Lusíadas, de Camões, mandando imprimir em Paris, nesse ano de 1817, o volume do célebre poema que apresentou depois à Academia Real das Ciências. Esta nomeou uma comissão composta de António Caetano do Amaral, Mateus Valente do Couto e Francisco Mendes Trigoso, que deu a respeito dessa edição um parecer muito lisonjeiro, observando apenas que o editor deveria ter seguido a edição de 1572. A este reparo respondeu D. José Maria de Sousa numa carta que foi impressa nas Memorias da Academia. Os Lusíadas eram precedidos por um artigo do morgado Mateus, sobre a Vida de Camões.
Veja Fotos
fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/vasconcelosjosemsb.html

O Quarto Morgado de Mateus

4° Morgado de Mateus - Luís António de Sousa Botelho Mourão, nascido em 21 de fevereiro de 1722 — Vila Real, f. 5 de outubro de 1798) foi um nobre português e governador da capitania de São Paulo, Brasil. Era filho legítimo de Dona Joana Maria de Sousa, Senhora de Moroleiros, em Amarante, e de António José Botelho Mourão, fidalgo da Casa Real, Cavaleiro de Cristo, tenente-coronel da Cavalaria, terceiro Morgado de Mateus, que serviu com distinção na guerra da Grande Aliança, e aumentou consideravelmente o brilho de sua Casa, tendo edificado em Vila Real, o Palácio de Mateus (hoje Fundação Casa de Mateus), uma das mais nobres residências portuguesas, a dos Condes de Vila Real, herdeiros do morgadio por sucessão direta. Foi casado com Leonor Ana Luísa José de Portugal (1722-1806), filha Rodrigo de de Sousa Coutinho e Maria Antónia e São Boaventura de Meneses Monteiro Paim. Dom Luís António de Sousa Botelho Mourão foi governador da récem-recriada capitania de São Paulo, que havia sido extinta em 1748, e personagem histórica do período Brasil Colônia (1765 a 1775). Nesses dez anos, elevou cerca de vinte povoados e aldeias à condição de freguesias e de vilas, inclusive Lages, no atual oeste catarinense, então pertencente a São Paulo, para defender as fronteiras contra o Império espanhol, e suas milícias nominaram o campos do Mourão, em sua homenagem, dando assim origem ao município, hoje denominado Campo Mourão, no centro-oeste do estado do Paraná.

O terceiro Morgado de Mateus

3º Morgado de Mateus - António José Botelho Mourão, filho de Matias Álvares Mourão, o 2º Morgado de Mateus, e de sua esposa Maria Coelho de Barros Faria, casou, em 1721, na Igreja de São Verissimo de Amarante, com Joana Maria de Sousa Mascarenhas Queirós (?-1723), filha de Luís Antonio de Sousa (Governador do Castelo de Viana, e Barbara Mascarenhas).

Veja fotos da casa, pertença dos Condes de Vila Real, é considerada um dos mais belos solares de Trás-os-Montes e até mesmo do país, e, segundo alguns, o seu projecto arquitectónico deve-se ao famoso Nicolau Nasoni. Foi mandada erigir por António José Botelho Mourão, avô do Morgado de Mateus D. José Maria de Sousa Botelho e Vasconcelos (embaixador em Paris).

Os Botelhos e a origem do Morgado de Mateus

Conheça toda a história da formação do Morgado de Mateus, que agrega uma diversidade Histórica muito valiosa e que me fascinou pela riqueza do conteúdo, orgulhando-me em ser um Botelho.

Os Primeiros Administradores da Casa de Mateus foram D. Maria Coelho, a Velha (f. 1696/07/23) e o Doutor Matias Álvares Mourão de Aguiar (f. 1675/05/19)

2º Morgado de Mateus e Morgado da Prata - Matias Álvares Mourão, nasceu em 1696 e faleceu depois de 1730. Era filho de Domingos Botelho Ribeiro Sabrosa e Joana Mourão. Foi casado com Maria Coelho de Barros Faria, filha de Cristovão Álvares Coelho. Este casamento, celebrado quando os noivos tinham por volta de 13 e 14 anos de idade, atendia uma condição determinada por Matias Álvares Mourão de Aguiar (1º Senhor de Mateus), falecido em 1675, expressa em seu testamento, segundo a qual um filho de Domingos Botelho Ribeiro Sabrosa seria seu herdeiro. Para receber como herança os bens vinculados à Casa da Cumieira e à Casa de Mateus, o presumível herdeiro deveria casar com uma filha de Cristóvão Álvares Coelho. Foi Cavaleiro da Orderm de Cristo, obtendo o hábito por alavará de 06/09/1690. Morgado de Mateus

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Benjamin Constant Botelho de Magalhães

Foi um militar, engenheiro, professor e estadista brasileiro.
(Niterói, 1836 — Rio de Janeiro, 1891)

Formado em engenharia pela Escola Militar, participou da Guerra do Paraguai (1865 - 1870) como engenheiro civil e militar. Benjamin Constant esteve no Paraguai de agosto de 1866 a setembro de 1867, de onde voltou, devido doença, acompanhado de sua mulher, que o fora buscar. As suas cartas, escritas sobretudo para a esposa e o sogro, nas quais crítica duramente a direção da guerra em geral, e a Caxias, em especial, foram publicadas por Renato Lemos, no livro Cartas da guerra: Benjamin Constant na Campanha do Paraguai, editado pelo IPHAN e o Museu Casa de Benjamin Constant, em 1999. Como professor, lecionou nas escolas Militar (predecessora do Instituto Militar de Engenharia), Politécnica, Normal e Superior de Guerra, entre outras.
Adepto do positivismo, em suas vertentes filosófica e religiosa - cujas idéias difundiu entre a jovem oficialidade do Exército brasileiro -, foi um dos principais articuladores do levante republicano de 1889, foi nomeado Ministro da Guerra e, depois, Ministro da Instrução Pública no governo provisório. Na última função, promoveu uma importante reforma curricular.
As disposições transitórias da Constituição de 1891 consagraram-no como fundador da República brasileira.

Fonte: pt.wikipedia.org

sábado, 14 de novembro de 2009

Gonçalo Lourenço Botelho de Castro e Baltazar de Sousa Botelho de Vasconcelos Governaram o Piaui

Gonçalo Lourenço Botelho de Castro é nomeado segundo governador da Capitania do Piauí, por decreto de 8 de novembro de 1768. É empossado a 3 de agosto de 1769 e fica no cargo até o dia 1 de janeiro de 1775. No seu governo o cruel coronel João do Rego impõe guerra às nações indígenas Gueguês e Acroás.

A Capitania do Piauí foi administrada por uma Junta de Governo, no período de 2 janeiro de 1775 a 12 de dezembro de 1797, constituída por Antônio José de Morais Durão, João do Rego Castelo Branco e José Esteves Falcão.

A 12 de dezembro de 1797 é nomeado João Amorim Pereira para governar a Capitania do Piauí.

A 13 de junho de 1811 a capitania passa a ser governador novamente pela Junta de Governo, constituída por Luís José de Oliveira, Luiz Carlos Abreu Bacelar e Severino Coelho Rodrigues.

O Piauí volta a ser subordinado à jurisdição do Maranhão até o dia 10 de janeiro de 1814, com a posse do governador Baltazar de Sousa Botelho de Vasconcelos, na Capitania de São José do Piauí.

O Piauí foi dirigido por Juntas de Governo, de 26 de outubro de 1821 a 20 de setembro de 1824.

Foi eleita uma nova Junta de Governo, para o período de 7 de abril de 1822 a 24 de janeiro de 1823. O presidente da Junta foi o Padre Matias Pereira ca Costa.

O Piauí passa a condição de Província de 1824 a 1889, quando é proclamada a República. O primeiro presidente da Província do Piauí foi Manuel de Sousa Martins, visconde da Parnaíba.

Saiba um pouco mais...

D. Luís Antonio de Souza Botelho Mourão, o Morgado de Mateus

Autoridade e conflito no Brasil colonial: O Governo do Morgado de Mateus em São Paulo (1765-1775).

A autora Heloísa Bellotto, doutora em História Econômica pela Universidade de São Paulo e com pós-doutorado pelo Arquivo Histórico Ultramarino (Portugal) faz uma análise substancial sobre o mais importante governador da Capitania de São Paulo durante o período colonial D. Luís Antonio de Souza Botelho Mourão, o Morgado de Mateus. Personagem polêmico e enérgico, Morgado de Mateus foi enviado pelo Marquês de Pombal para reorganizar a Capitania de São Paulo. Durante seus dez anos de governo (1765-1775), consolidou a autonomia da Capitania e fundou pelo menos vinte cidades, além de ajudar a estabelecer os limites geográficos das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste – que, em linhas gerais, resultaram nos limites dos atuais estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Para tanto, entrou em conflito com autoridades metropolitanas e coloniais sobretudo no que se refere à estratégia militar para expulsar os espanhóis do Sul do país.

Heloísa Liberalli Belloto. São Paulo: Ed. Alamaeda, 2007 . ( 2ª edição)
Fonte